A ARTE EM SEUS DIVERSOS NÍVEIS. L’art à de nombreux niveaux

Violino, Mulher e Arte do Prazer

Saxofone que embala…

Pretinho básico

A rosa e seus espinhos

A rosa e a cerca

Borboletas também amam…

O chapéu e o seio

Uma camisola que se deixa entrever…

Simetria

FONTE: imagens oriundas do Facebook

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LENNON E CHE. Pelo imperativo de nunca, nunca se perder a ternura!

Então… Tô aqui tentando fazer as vezes do advogado do Diabo, sabe. Mais cedo, qdo a vi, pensei: montagem? Uma tirada genial de quem a fez? Verdade? Nunca tinha visto… E olhe que há uma década transito até via sinal de fumaça com gente que vive encapsulado por fotos desse naipe. E como isso nunca de alguma forma apareceu, sei lá, eu, você, outros… Não vimos? Tudo bem que somos do Mundo de Oz, mas não é possível tanta alienação nossa, caso alguém nos acuse disso. O que vi de foto de Che, ouvi de estórias, é fantástico. Mas essa aí, nada. Sabe aquela vontade de querer acreditar com força nessa coisa linda aí de cima? Pois é… 

A imagem é tão fantástica que o que comunica acaba valendo a pena, não obstante a montagem.

VIOLENTAMENTE PACÍFICO

Concordo com Márcia Helena Nunes Monteiro em mensagem, via e-mail, para o Grupo PROFUEMG:

“Mídia autoritária, dissimulada. Não noticia o fato, impõe uma única versão. Determina o que devemos pensar, sentir. É preciso ler criticamente…

Continuo acreditando no professor Paulo Freire:

 

‘A mim, que sempre recusei as explicações mecanicistas da História e da consciência, a euforia neoliberal me encontra onde sempre estive. Mais radical, nenhuma sombra de sectarismo, por isso mais aberto, mais tolerante, mais indulgente comigo mesmo e com os outros. Mas tão decidido quanto antes na luta por uma educação que, enquanto ato de conhecimento, não apenas centre no ensino dos conteúdos mas que desafie o educando a aventurar-se no exercício de não só falar em mudança do mundo, mas de com ela realmente comprometer-se. Por isso é que, para mim, um dos conteúdos essenciais de qualquer programa educativo, de sintaxe, de biologia, de física, de matemática, de ciências sociais é o que possibilita a discussão da natureza mutável da realidade natural como da histórica e vê homens e mulheres como seres não apenas capazes de se adaptar ao mundo mas sobretudo de mudá-lo. Seres curiosos, atuantes, falantes, criadores.’  (FREIRE, 1996)”